quinta-feira, 8 de junho de 2017

Cidade Escola: Até breve, Índio Cachoeira


Existe entre os vários princípios do programa Cidade Escola um que a população de Alfenas, aos poucos, descobrirá. Por estar apenas começando, muitos acreditam tratar-se, apenas, de um programa de educação nas escolas para propiciar diversas atividades a jovens e adultos. Não é só isso. Cidade Escola é a Escola da Vida, e da própria cidade, com histórias de seus lugares e sua gente que deve ser conhecida por todos. É criar entre as comunidades o sentimento de pertencimento a algum lugar e à vida.

E é dentro deste olhar, de pertencimento à vida que o blog do Cidade Escola vai se debruçar, a partir da história de um de seus ilustres moradores. A razão disso? Uma homenagem, simples, para quem está há pouco tempo por aqui e em breve estará de partida.


Você conhece José Pereira de Souza? Com certeza, não. Mas, e Índio Cachoeira? Sim, o maior violeiro do Brasil vive em Alfenas há aproximadamente sete anos, mas deixará saudades. A busca, aqui, não é revelar sua discografia de sucessos da música sertaneja de raiz, mas entender como se transformou nessa lenda viva da viola e como (e porquê) veio parar por essas terras no sul de Minas Gerais.

É uma longa viagem, como tem sido a vida de Índio Cachoeira pela vida, pelo Brasil. Se digitarmos no Google seu nome, encontraremos milhares de artigos resumindo uma vida de sucesso, mas, em nenhum deles, como tudo isso aconteceu.


Cachoeira é um apelido que ele carrega desde pequeno, da cidade onde nasceu, Junqueirópolis, no extremo oeste do Estado de São Paulo, quase divisa com o Estado de Mato Grosso do Sul. Índio, vem de seus antepassados, bisavós e avós, que eram da etnia Pataxós, da Bahia.

Nasceu no dia 27 de junho de 1952, apenas quatro anos depois do pequeno vilarejo se transformar oficialmente em município. Quis o destino que, o lugar em que veio ao mundo, fosse terra de índios expulsos da região, pela colonização dos brancos. Os pais eram lavradores, trabalhavam de sol a sol para manter a família.

Foi ali que Cachoeira ouviu pela primeira vez, nas pequenas ruas da cidade, as primeiras modas tocadas e cantadas por velhos violeiros. De lá, partiu bem pequeno, rumo a Marília, há 180 km de distância, onde também tinha parentes. Cansados do trabalho no campo, os pais decidiram mudar para São Paulo.

Começava, assim, a carreira do futuro luthier. Sim, Índio Cachoeira não só toca e canta, como também fabrica violas, violões, rabecas, harpas. Mas foi um longo e duro caminho até chegar a esse estágio de vida. “O pai arrumou trabalho de pedreiro. A mãe cuidava dos filhos. Tenho 11 irmãos. Morava no Tucuruvi, Parque Vitória, Zona Norte de São Paulo. O primeiro emprego que arrumei foi na Vila Mazzei, na marcenaria do seu Orlando. Cheguei no portão e ele ficou olhando para mim e perguntou: ‘o que você deseja? ’. Eu disse: ‘quero trabalhar’. E ele: ‘e sabe trabalhar com o quê? ’. Respondi: ‘o que o senhor me arrumar, eu quero’. ‘Quantos anos você tem? ’, ele me perguntou. ‘Vou completar 11’. Passou a me ensinar tudo na marcenaria. Só não pegava nas máquinas, porque ainda era pequeno. Ficava ali, ajudando a limpar as coisas, até que um dia ele me perguntou se gostaria de aprender a montar cadeiras, mesas. Respondi a ele: ‘se o senhor me ensinar, vou agradecer bastante’. Ganhava um dinheirinho que dava para ajudar em casa. Comecei a riscar cadeira, montar cadeiras”, recorda Índio Cachoeira.


Se a carreira na marcenaria começou por acaso, a paixão pelas violas surgiu com a descoberta do primeiro instrumento, pouco antes do primeiro emprego como marceneiro. Inquieto, não gostava de ficar parado, passou, então, a juntar coisas velhas em casa, para vender ao carroceiro de ferro-velho que sempre comprava alguma coisa. Até que um dia, a primeira viola apareceu. “Eu tinha uma vontade de ter uma viola, quando comecei a pegar essas coisas na rua para vender para o ferro-velho, vi que numa beirada jogavam madeiramento velho. Olhei para um lado, olhei para o outro e me perguntei: ‘será que é um violão, aquilo’? A caixa e o braço, separados. Aí chegou outra carroça que ia descarregar mais entulho por cima dela. Foi quando gritei: ‘opa, pera um pouquinho’. Peguei o violão, arrumei um saco de estopa e coloquei tudo dentro. Levei para casa, joguei dentro de um tambor de água. Descolou tudo. Medi, risquei tudo num papel. Veja que ideia a minha, não sabia nada disso sobre madeiras. Deixei na sombra secando, porque sabia que no sol iria rachar tudo. Quando secou, fui anotando medidas de tudo. Depois, me deu na telha de querer montar ele de novo. E tocou bem”.


A carreira de Índio Cachoeira, na marcenaria, estava apenas começando. Com os conhecimentos adquiridos no primeiro emprego, passou a trabalhar em casa, sem maquinários especializados, só fazendo pequenos reparos de móveis quebrados. Mas não ficou muito tempo, porque as grandes marcenarias o esperavam. Ficou seis anos na do Sr. Celso Silva, depois, com o paraguaio, Sr. Clemente. Trabalhou por empreitada, para um dos maiores atacadistas de móveis de São Paulo, nas Lojas Pirani. “Nem sabia o que era empreitada, mas topei na hora, porque tudo que entrasse de serviço, era receber meio a meio com ele. Trabalhava dia e noite. Depois fui trabalhar com o Sr. Juan Borja, um espanhol, na Vila Sonia. Minha vida foi trabalhar com marcenaria, vivia arrancando as pontas dos dedos, nas máquinas”, lembra Cachoeira.

Cantar e tocar, até os 17 anos, não passava de brincadeira para Índio Cachoeira. O primeiro contato com a música foi em Marília, quando visitava os tios. Foi lá que assistiu ao show da dupla Sulino e Marrueiro, em um circo que estava na cidade. Era autodidata. Escapava de casa para ver duplas caipiras tocarem. Cantar e tocar, só em bares, botecos e festas de amigos. “Ficava sem comer comida, mas sem viola, não. Um dia cismei de arrumar uma viola boa. Arrumei, mas não deixei a primeira para ninguém, ficou em casa”.


O sonho de Índio Cachoeira começou a crescer, e, naquele momento, queria gravar um disco. Já havia se mudado para a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo. O irmão, Agenor, era radialista, locutor da Rádio Líder de Guarulhos. Até que um dia, tocando sozinho, fez um fundo musical para a rádio. Foi quando conheceu seu primeiro parceiro, a primeira dupla em sua longa carreira. “Acabei conhecendo o Ditinho, ele me ensinou a cantar. Eu não sabia o que era cantar, o que era 1ª, o que era 2ª, 3ª, 4ª, 5ª voz, dueto, 6ª voz. Aprendi depois de uns tempos. Ele me viu tocar a viola e perguntou: ‘ô, caboclinho, você toca viola bem, vamos fazer uma dupla? ’. Respondi que sim, e perguntei: ‘mas vamos cantar o quê? ’. Ele respondeu: ‘o que vier na telha’. Ele começou a fazer a segunda voz, não tinha muita força, fôlego. E eu fazendo a primeira. Mas nem sabia que estava fazendo a primeira, ele quem me explicou. A dele era mais grave. Eu era muito jovem, tinha a voz mais fina, grave. Só depois dos 22 anos é que comecei a fazer a segunda voz. Eu tinha a primeira normal, mas não tinha ‘aço’, mais grave, para cima”.


Começava ali, uma série de perdas de parceiros. O primeiro, Ditinho, morreu. Depois, veio uma longa parceria: Cascata e Cachoeira. Cantaram e tocaram por quase 10 anos juntos, sem nunca gravarem um disco. Tudo registrado só em fitas cassetes. “Tocávamos só em festa de colegas, bares, recantos de violeiros, só para dizer que cantava, não ganhávamos nada. Ficava contente só de comer churrasco, arrumar namorada. Ficar naquele vai e vem. Viajamos para Joanópolis, Atibaia, Perdões, onde era o foco das violas por ali”.

Cascata também morreu e Índio Cachoeira estava sozinho novamente. Montou nova dupla, com Tião do Gado. Gravaram um disco, mas não ficaram muito tempo juntos. Até que veio o convite de outra dupla, Cacique e Pajé. “Pajezinho estava doente, não podia cantar mais, e a gravadora sabia da minha voz. Fui cantar como Pajé, para ajudar o Cacique, e o negócio pegou”.


Mais sucesso, e nova separação. Outra dupla se formava, desta vez, com um velho amigo: Cachoeira e Cuitelinho. “Ele morava no bairro Bonsucesso, próximo a Guarulhos. Parei com marcenaria, topava tudo. Fui para a estrada, ser caminhoneiro. Depois, motorista de ônibus, na empresa Penha São Miguel. Depois, trabalhei em uma empresa de ônibus escolar e foi aí que conheci o Cuitelinho, que também trabalhava lá”.

Com Cuitelinho foram anos de sucesso. Mas, novamente, Cachoeira perdia mais um parceiro. “Ele teve um tumor no cérebro. Foi triste. Até nos últimos dias de vida dele, cantamos juntos, em casa. A esposa dele pedia para ‘não forçar’ muito, porque ele não podia. E ele respondeu para ela: ‘Não tem problema, se tiver que morrer cantando, morro cantando’. E cantou. Dentro da casa dele. Dali uns dias, morreu”, relembra emocionado Índio Cachoeira.


Nesta altura da carreira, Índio Cachoeira já era nome conhecido no cenário nacional, apresentando-se de norte a sul do país e sempre aparecendo nos programas mais tradicionais da música sertaneja de raiz em rádios e canais de tevês. Mas a palavra “sucesso” para ele, tem outro significado. “Nunca liguei para o sucesso financeiro. Eu queria cantar. Se tivesse dinheiro, tudo bem. Eu não quero riqueza, quero um cantinho para ficar, um salarinho por mês para ficar numa boa. Se ficar rico, você fica ‘perseguido’. A única coisa que persigo é a minha saúde”.

E foi exatamente por nunca se preocupar com dinheiro que Índio Cachoeira acabou vindo morar em Alfenas. Já havia conhecido a cidade em um show que fizera com o parceiro Cuitelinho. Mas, dessa vez, a razão era a dificuldade financeira pela qual passava. Morava em Guarulhos, num canto sozinho, emprestado por amigos, até que o irmão Antonio, o mais querido por ele, resolveu ajudar.


Casa de Índio Cachoeira, em Alfenas, MG.
Tonico, como Cachoeira o tratava, comprou uma ‘casinha’, bem simples, no bairro Jardim Alvorada, para utilizar quando se aposentasse, mas quando soube da situação do irmão, não pensou duas vezes. Pediu ao irmão em dificuldades para morar na casa, pagando só água e luz. Mas, aí, novamente, outra perda na vida de Cachoeira. “Depois de um mês que estava morando aqui, meu irmão veio para cá me ver. Ele era muito cuidadoso com a gente. Nos cumprimentamos, mas percebi algo estranho com a saúde dele. Insisti para não voltar naquele dia para Guarulhos. Mas ele voltou. Chegando lá, pediu um remédio para pressão para a vizinha, porque já era tarde da noite e não havia farmácia aberta. Não tinha. Foi para casa, deitou, dormiu e morreu”, lembra, com lágrimas nos olhos, Índio Cachoeira.


Para quem veio para cá, para recomeçar a vida, um “baque” como este era enorme. Por isso, Índio Cachoeira passou um bom tempo sem ninguém saber que vivia por essas terras. A tristeza era grande. Não queria mais compor, tocar ou cantar. “Não é um isolamento. Queria descansar no meu canto. Respeitar o que o meu irmão fez para mim. De ter lembrado e cuidado de mim, ter dado esse canto para eu morar. Me ajudou a comprar também um terreninho que tenho aqui perto. Cheguei a dar uma viola para ele, mas devolveu dizendo: ‘o que vou fazer com isso, não sei tocar, fica com ela, cuida dela pra mim’, como se tivesse me dizendo: ‘pra onde vou, não levo’. É fogo”.


E foi a partir desta recordação que Índio Cachoeira repensou a decisão de se isolar do mundo, das violas, da música, da vida. Nos fundos da casinha dada pelo irmão existem dois quartinhos. E ali Índio Cachoeira decidiu retomar a vida de marceneiro, só que desta vez, construindo o que mais sabe fazer (e tocar) na vida: violas e violões.

Tudo é feito artesanalmente. O maquinário todo foi criado com a experiência nos vários anos como marceneiro, em São Paulo. As máquinas principais são feitas sem a utilização de energia elétrica. Índio criou máquinas a partir de outra grande paixão: bicicletas. 


Ele pedala enquanto a madeira, presa a uma base, começa a receber os contornos por intermédio da ponta de uma ferramenta. 

E foi assim que Índio passou a ser mais visto pelas ruas da cidade, pedalando suas magrelas, uma delas, com volante de carro, e as violas penduradas na parte de trás. O carro, um Fiat velho, nunca saiu da garagem.



Deste sistema artesanal saem obras-primas, milimétricamente desenhadas, para ganhar mundo com seus sons. 

Cachoeira tem um pequeno estoque, pendurado e espalhado pelos cômodos, para o caso de alguém chegar e querer comprar ou montar o instrumento a seu gosto.

E assim, pouco a pouco, sem intenção comercial, que Índio Cachoeira começou a sair do isolamento. 


Fez amigos pela região do Pinheirinho. Começou a tocar e a cantar, em rodas de poucos privilegiados, até decidir voltar para a estrada, aceitando novamente convites para shows pelo Brasil. Mais do que isso. 




DVD de Índio Cachoeira
Em 2012, com a parceria do produtor musical, Ricardo Vignini, fez apresentações na França. Pouco antes, em 2009, o mesmo Vignini dirigiu o primeiro DVD de Índio Cachoeira, retratando sua trajetória de quase 40 anos na música sertaneja de raiz. No início deste ano, no segundo show promovido pelo Cidade Escola, cantou e tocou para milhares de pessoas na Praça do Pinheirinho.

Índio Cachoeira está de volta, para a música, para a vida que o consagrou. Trabalho duro, diário, único. “Componho música todo dia. Elas chegam mais a noite. Nos sonhos já descobri muitas letras. Vem os alertas. A viola está dentro do meu coração. Algumas coisas fazem ela sair aqui de dentro, em melodia, versos falados e cantados. A melodia boa, fora da noite, é quando você está fora de casa, sem ninguém, vendo riachos, cachorros correndo no campo, um cavalo correndo, ali sai música boa. Ver uma casinha na beira do rio, sem ninguém, só olhando a porta aberta, porque o dono tá na roça trabalhando. Ali, começo a matutar e vai saindo um verso atrás do outro. Tudo que já criei foi inspirado na visão da natureza”.


O altar de São Gonçalo, na casa de Índio Cachoeira.
E tudo pelo que passou na vida, segundo Índio Cachoeira, se deve a sua fé e devoção por um santo. “São Gonçalo não é brasileiro, é um santo padroeiro português. Nós nos descobrimos, demos de cara um com o outro. Nasceu na cidade de Amarante. Ele tomava conta das mulheres, não gostava de vê-las se prostituir. Conversava com elas, dizia que iria tocar para elas esquecerem daquela vida. Tocava até dormirem. Foi o protetor das prostitutas. E protetor dos violeiros, porque pelas músicas, ele conseguia dominar a cabeça de uma pessoa para sair fora do mal. Conheci ele quando ainda era pequeno, com os velhos falando”.


E nunca mais Índio Cachoeira deixou de acreditar na proteção de São Gonçalo. “Nos shows, tenho sempre ele e um pouco de rapé dentro da viola. Com a entrada no mundo da música, comecei a ter fé nele. Fiz um compromisso com ele: ‘se o senhor puder me ajudar, como ajuda os outros, você me ajuda arrumar uma dupla pra ‘nóis’ cantar. De vez em quando vou cantar pro senhor. Parece que veio um aviso no sonho, que era pra eu cantar mesmo. Fiz até uma modinha pra ele, que vou cantar com o Santarém (meu novo parceiro). Nunca tinha gravado. Agora que me deu ‘na telha’ de gravar. Ela tava na minha casa, desde sempre”.


E a proteção de São Gonçalo não serve só para ele. Índio Cachoeira tem um ritual com as violas que faz nos fundos de sua casa em Alfenas. Para ele, todo instrumento que cria é tratado como um filho que vai para o mundo. 

“Toda viola que faço, quando vai embora, para as mãos de outros, não sai daqui sem antes eu falar com São Gonçalo. Digo assim pra ele: ‘cuida da minha filha, na mão dos outros. Faz ela fazer os outros ficar contente. Não deixa ninguém estragar ela, por favor’. Vai benzida, três orações”.

Em breve, quem irá embora, para outras terras, é Índio Cachoeira. São Gonçalo estará com ele. Promete sempre voltar, para a terra que o acolheu e o fez sentir bem nestes últimos anos. Com vários shows agendados, preferiu se mudar para mais próximo de São Paulo. Índio Cachoeira será sempre lembrado por Alfenas, que lhe agradece por tudo que deixou, amigos e conhecimento.



O gesto é simples, mas Alfenas deixou, no sábado (3/6), sua imagem eternizada, nas paredes da rampa de acesso do Restaurante Popular. Obra feita por artistas do Cidade Escola.

É mais do que justo, como garantem simples admiradores ou especialistas. “Índio Cachoeira é mais que um instrumentista: é alguém que incorpora o ‘espírito’ da viola em si, que agrega o sentimento singelo do matuto (não aquele estereotipado dos programas humorísticos ou novelas de televisão, mas do personagem que permaneceu esquecido e intocado por séculos, forjando em torno de si uma cultura pura e genuína) à aplicação de soberba técnica que valeriam anos de cátedra universitária”, escreveu um dia o admirador Joca de Jaciporã. (http://www.sertaopaulistano.com.br/2012/09/o-maior-violeiro-do-brasil.html)


Ou ainda, como deixou registrado em carta, o consagrado violeiro brasileiro, Ivan Vilela, que também é compositor, arranjador, pesquisador e professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. “Sua música renovou minhas esperanças, encheu de novos sons o meu espírito e me trouxe alegria. Por isso tudo e por tudo mais que o senhor tocará com suas mágicas mãos, eu lhe agradeço. De coração. Que Deus o abençoe e ilumine sempre”.

Vá com Deus, Índio Cachoeira. Alfenas sempre agradecerá.

Vídeos para se ver e ouvir Índio Cachoeira
https://www.youtube.com/watch?v=GRZcmE0B6B8 (trechos do DVD “Um violeiro nato”)
https://www.youtube.com/watch?v=R70GQmOBPCU (música Prelúdio dos Pássaros)
https://www.youtube.com/watch?v=obNShRLfUxQ (trecho documentário TV Cultura, mostrando a casa onde vive em Alfenas e sua oficina de viola e violões)
https://www.youtube.com/watch?v=887jz1_rCqY (Índio Cachoeira e Cuitelinho)
https://www.youtube.com/watch?v=7_yMGFRrSHg (Índio Cachoeira na França)
https://www.youtube.com/watch?v=bnu8c_sVvl8 (música “A viola está com ciúmes”)










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